sábado, 30 de maio de 2009

Pojeto: Amigas da Esperanças

Olá meninas gostariamos de agradecer pela participação e colaboração de todas no nosso projeto sem a ajuda de vocês esse monetos não poderia ser realizado...muito obrigada


Arina, Carla, Kátia, Paula

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Atualidades na área de inclusão


Há muitos anos vem sendo discutida à idéia de incluir crianças e jovens com deficiência na escola. Antes, muitas dessas crianças e jovens freqüentavam instituições ou classes especiais. Hoje, o ideal é que essas crianças estejam em salas regulares. Contudo, não basta matricular e acolher essas crianças, mas sim, garantir a elas aprendizagem, além de promover a interação social. Para oferecer uma Educação de qualidade é necessário que as instituições de educação façam adaptações físicas e pedagógicas, pois muitas ainda não estão preparadas.
A escola é um lugar de diversidade, sendo assim, deve estar preparado, com recursos necessários (interprete de libras, computadores, sistema braile, entre outros), para receber crianças portadoras de diferentes deficiências.
Existem diversas estratégias e materiais específicos e diversificados para se trabalhar com cada tipo de deficiência. Ressaltando ainda, que cada criança tem o seu tempo de aprender. A diversidade é respeitada quando oferecemos oportunidades de aprendizado do mesmo conteúdo a todos os alunos, fazendo adaptações necessárias às crianças com deficiência.
Devemos lembrar que a escola não pode recusar a matrícula de uma pessoa com deficiência, isso é crime, previsto em lei. Além da matrícula, a legislação prevê um atendimento especializado a crianças com necessidades educacionais especiais, esse atendimento é um complemento ao ensino regular.
As pessoas, muitas vezes temem o que não conhecem o que gera preconceito.

Termos que devemos evitar

Aluno de inclusão – Nas escolas, todos são “de inclusão”. Ao se referir a aluno surdo, por exemplo, diga aluno com (ou que tem) deficiência.
Cadeira de rodas elétrica – Trata-se de uma cadeira de rodas com motor, portanto deve-se dizer cadeira de rodas motorizada.
Cadeirante – O termo reduz a pessoa ao objeto. Diga pessoa em cadeira de rodas ou que anda em cadeira de rodas.
Ceguinho – O diminutivo deixa a impressão de pena. O correto é cego, pessoa cega ou com deficiência visual.
Criança normal – O termo sugere que a deficiência é anormal. Diga aluno, criança ou adulto sem deficiência.
Deficiente – Não devemos reduzir as pessoas e suas capacidades à deficiência. O correto é pessoa com deficiência.
Escola ou classe normal – Devemos dizer escola ou classe regular ou comum.
Excepcional – O certo é criança ou jovem com deficiência mental.
Mongolóide ou Mongol – Diga aluno com síndrome de Down, em referencia o medico inglês que a identificou, John L. Down.
Portador de deficiência – A deficiência não é algo que a pessoa porta (carrega). O correto é pessoa com deficiência.
Surdo-mudo e mudinho – Um surdo só não fala porque não ouve. O certo é dizer surdo ou pessoa com deficiência auditiva.

Fonte: Revista Nova Escola – Edição Especial n° 11 – Inclusão – Outubro de 2006.



Referências Bibliográficas

Revista Nova Escola. Inclusão. Edição Especial n° 11. Editora Abril. São Paulo – Outubro 2006.

Revista Nova Escola. Inclusão. Edição n° 206. Editora Abril. São Paulo – Outubro 2007.


Trabalho escrito pelas alunas:
Camila da Silva Almeida – nº 05
Patrícia Rosália Gonçalves – nº 25
Tanny Luísa de Souza Janini – nº 29

Amigas do Bem - Projeto Terceira Idade


Nós do grupo Triângulo da Amizade, queremos agradecer a todos que colaboraram com o nosso projeto. Muito obrigado. Ass: Ana, Nádia, Elen e Márcia

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Afetividade


Segundo Ivan Roberto Capelatto psicólogo, clínico e psicoterapeuta de crianças,
adolescentes e famílias. " A afetividade se inicia quando um sujeito se liga ao outro por amor, mas no núcleo desse sentimento está o medo da perda. Quanto maior o amor, maior o medo da separação, da perda e da morte, o que acaba desencadeando sentimentos como: ciúme, raiva, ódio, inveja e saudade.... A afetividade é a mistura de todos esses sentimentos, e aprender a cuidar de todas essas emoções é que vai proporcionar ao sujeito uma vida emocional plena e equilibrada.
Muitas vezes somos movidos pelo impulso em direção ao prazer. Por isso ao viver um sentimento doloroso como a raiva e o medo, é natural reagirmos impulsivamente destruindo o objeto ou a situação que provocou tal dor. Entretanto ao fazermos não temos consciência de estar também destruindo a fonte do prazer, do amor. Nesse momento o sujeito necessita de um cuidador- um outro sujeito(já cuidado) que vai estabelecer limites necessários, impedindo-o de destruir a sua fonte de amor.
Esse sujeito cuidador, em nome do afeto que sente pelo jovem, vai ajudá-lo a não destruir a própria fonte de amor, impedindo-o de agir em nome da raiva ou do medo. Deve-se permitir a manifestação do sentimento, porém impedir atos que aliviem momentaneamente a dor do sentimento de desprazer. Pode -se sentir medo ou raiva, pode-se expressá-lo em forma de choro ou palavras, só não se pode destruir tais sentimentos, pois ela é também fonte de seu prazer maior: o amor.
O cuidador deve impor limites necessários com autoridade, mas sem ser autoritário. Ao dizer a uma criança " não quero que você me bata" e segurar sua mão, estou estabelecendo um limite. Dizer a criança que ela está errada , que ela está tendo um desejo ruim, implica desvalorizá-la e impor-lhe uma outra identidade diversa da que ela manifesta no momento. Os prejuízos dessas posturas inadequadas são conhecidos por todos nós. Estabelecer um limite é oferecer à criança os extremos, a fronteira até onde ela pode ir ou não naquele momento.
Att,
Elaine/ Isabel/ Kelli/ Luana/ 3º sem Pedagogia.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A importância do brincar.

Segundo Piaget a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Não sendo apenas uma forma de entretenimento para gastar energia dos mesmos. Ele afirma: "O jogo é portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças, exigem que se forneça às crianças um material conveniente, a fim de que; jogando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que sem isso permanecem exteriores à inteligência infantil". (Piaget 1976)
Kishimoto afirma que: "a criança ao assumir a função lúdica e educativa, o brinquedo educativo merece algumas considerações:
1- Função lúdica: o brinquedo propicia diversão, prazer e até desprazer, quando escolhido voluntariamente; e
2- Função educativa: o brinquedo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo".
Para finalizar, o professor pode propiciar aos seus alunos diferentes propostas de jogos e brincadeiras que estimulem a função educativa e lúdica; como por exemplo: um jogo de quebra-cabeça em que a criança possa manipulá-lo livre e prazerosamente suas peças, descobrindo cores, desenhos, tamanhos e os próprios encaixes que neles existem; entre outros fatores.

Pedagogia 3° semestre
Heide Bernardes
Karina Oliveira
Mariana Lodi
Natália Peres Sant'Ana
Patrícia Chaves da Silva

A importância do brincar.

Segundo Piaget a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Não sendo apenas uma forma de entretenimento para gastar energia dos mesmos. Ele afirma: "O jogo é portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças, exigem que se forneça às crianças um material conveniente, a fim de que; jogando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que sem isso permanecem exteriores à inteligência infantil". (Piaget 1976)
Kishimoto afirma que: "a criança ao assumir a função lúdica e educativa, o brinquedo educativo merece algumas considerações:
1- Função lúdica: o brinquedo propicia diversão, prazer e até desprazer, quando escolhido voluntariamente; e
2- Função educativa: o brinquedo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo".
Para finalizar, o professor pode propiciar aos seus alunos diferentes propostas de jogos e brincadeiras que estimulem a função educativa e lúdica; como por exemplo: um jogo de quebra-cabeça em que a criança possa manipulá-lo livre e prazerosamente suas peças, descobrindo cores, desenhos, tamanhos e os próprios encaixes que neles existem; entre outros fatores.

Pedagogia 3° semestre
Heide Bernardes
Karina Oliveira
Mariana Lodi
Natália Peres Sant'Ana
Patrícia Chaves da SilvaSegundo Piaget a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Não sendo apenas uma forma de entretenimento para gastar energia dos mesmos. Ele afirma: "O jogo é portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças, exigem que se forneça às crianças um material conveniente, a fim de que; jogando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que sem isso permanecem exteriores à inteligência infantil". (Piaget 1976)
Kishimoto afirma que: "a criança ao assumir a função lúdica e educativa, o brinquedo educativo merece algumas considerações:
1- Função lúdica: o brinquedo propicia diversão, prazer e até desprazer, quando escolhido voluntariamente; e
2- Função educativa: o brinquedo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo".
Para finalizar, o professor pode propiciar aos seus alunos diferentes propostas de jogos e brincadeiras que estimulem a função educativa e lúdica; como por exemplo: um jogo de quebra-cabeça em que a criança possa manipulá-lo livre e prazerosamente suas peças, descobrindo cores, desenhos, tamanhos e os próprios encaixes que neles existem; entre outros fatores.

Pedagogia 3° semestre
Heide Bernardes
Karina Oliveira
Mariana Lodi
Natália Peres Sant'Ana
Patrícia Chaves da Silva

Procura-se um vestido URGENTE!!!!

quero um vestido de festa, numero 42, não pode ser preto, nem pelado.

caso vc tenha ou conheça alguém por favor entre em contato com a DÉIA do quinto semestre de pedagogia.